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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Veja quais são os melhores MBAs do mundo


Ranking da revista Economist considera ganho salarial, facilidade de arrumar emprego e rede de relacionamentos após conclusão do curso
iG São Paulo 20/10/2011 11:46

A revista Economist publicou o nono ranking dos melhores MBAs do mundo. Em primeiro lugar, aparece a Tuck School of Business, do Darthmouth College, nos EUA. Entre os motivos para a escolha, está o fato de que 97% dos alunos conseguiram emprego em menos de três meses após concluírem o curso. Os formandos também passaram a ganhar 65% a mais do que antes da graduação, ganhando, em média, US$ 106,5 mil ao ano. O valor equivale a quase R$ 16 mil por mês. A alta qualidade dos alunos – ativo importante num curso que carrega a rede de relacionamentos como parte de suas qualidades – também foi considerada na elaboração do ranking.

Posição em 2011 (2010)
Escola
País
Salário médio anual pós curso - US$ mil
Aumento salarial pós MBA - %
Empregados em até 3 meses pós MBA - %
Experiência média de trabalho dos alunos - meses
Custo do curso - US$ mil
Duração do curso - meses
 1 (2)
 Darmouth (Tuck)
EUA
106,5
65
97
 60
101,4
21
 2 (1)
Chicago (Booth)
 EUA
 108
 38
 91
 60
 101,8
 21
 3 (6)
IMD
 Suíça
 129,6
 68
 96
84
 57,7
 11
 4 (11)
Virgina (Darden)
EUA
 100,8
 58
 87
48
 99
 21
 5 (4)
Harvard
 EUA
 114,9
 48
 95
 43
 102,4
 24
 6 (3)
California at Berkeley (Haas)
 EUA
 107,4
 48
 90
 63
 104,6
 20
 7 (12)
Columbia
 EUA
 106,5
 41
 93
 60
 106,4
 21
 8 (7)
 Stanford
 EUA
 118,8
 51
 92
 48
 110,4
 8-16
 9 (10)
York (Schulich)
 Canadá
 93,4
 127
 89
 60
 63
 19
 10 (5)
IESE
 Espanha
 119
 150
 92
 60
 94,3
 22
 11 (13)
MIT (Sloan)
EUA
 110
 47
 95
 60
 105,8
 22
 12 (14)
New York (Stern)
 EUA
 100,5
 61
 90
 54
 88,8
 15-21
 13 (19)
 London
Reino Unido
 105,2
 67
 91
 60
 80,5
 16
 14 (9)
HEC Paris
 França
 128,6
 132
 85
 72
 60
 21
 15 (8)
Pensilvânia (Wharton)
 EUA
 113,7
 46
 87
 48
 107,9


iG São Paulo/Economist


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MBA Turismo e Negócios: Empreendedorismo e Inovação

MBA TURISMO E NEGÓCIOS: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO


Pós-Graduação Lato Sensu


Objetivo
Proporcionar visão integrada de todas as áreas do turismo, facilitando a compreensão do seu potencial para ações empreendedoras a nível nacional e internacional; Preparar o gestor de turismo para o mercado global e as novas demandas de sustentabilidade; Desenvolver conhecimento de novos modelos de gestão em ambiente competitivo; Pensar o planejamento turístico face às novas oportunidades: planejá-lo considerando os impactos ambientais e sociais.

Carga Horária
369 H/A


Horário
3ª e 5ª - 18:50h às 21:50h


Período
29 de Setembro 2011


Informações
Instituto de Turismo e Entretenimento [ITE]
Rua da Assembléia, 10 - Sala 616 - Centro - RJ
Tel.: (21)3543-6452 / 6456 / 6457
E-Mail:  ite@candidomendes.edu.br



Fonte: http://www.ucam.edu.br/ensino/posgraduacao/detalhe.asp?id=863

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MBA no Brasil ou no exterior? Que tal os dois juntos?


Cursos com complementos em universidades estrangeiras permitem vivência internacional, cada vez mais valorizada pelas empresas

Pedro Marques, do iG Carreiras | 22/12/2010 05:50

A maioria dos executivos sabe que, cedo ou tarde, vai precisar fazer um MBA para dar um impulso na carreira. Na hora de escolher o curso, porém, surge um dilema comum: estudar no Brasil ou no exterior? Ficando por aqui, o executivo tem chance de se manter no mercado de trabalho e perto da família. Viajando, há a possibilidade de ter uma vivência no exterior – experiência que é cada vez mais valorizada pelas empresas – e de fazer um curso mais específico e sem similar no País.

Para tentar conciliar as duas necessidades, as instituições de ensino oferecem uma terceira alternativa: ter a maior parte das aulas no Brasil e fazer um módulo complementar no exterior. “O complemento no exterior para aqueles que querem fazer um MBA no Brasil é muito saudável”, diz Marcelo Ambrósio Ramos, sócio-proprietário da MBA House, escola preparatória para ingresso em escolas de negócio fora do País. “Esses complementos permitem ficar em universidades estrangeiras por poucos meses e não prejudicam a rotina de trabalho nem o ambiente familiar”, acrescenta Carlos Shinoda, diretor acadêmico do Instituto Nacional de Pós-Graduação (INPG).

Na opinião dos dois especialistas, a principal vantagem de fazer um complemento fora do País, mesmo por pouco tempo, é a experiência de estar em contato com uma nova cultura. “O contato com outras metodologias de ensino e o relacionamento com outros executivos estrangeiros é parte fundamental no processo de aprendizagem do aluno de MBA, que amplia sua compreensão do mercado global”, afirma Shinoda, do INPG. Ramos, da MBA House, reforça essa avaliação: “(O aluno) aprende em didática, em cultura, em cidadania e, principalmente, com o network formado durante o curso.”
Outra vantagem para os executivos é não precisar deixar o trabalho ou pedir uma licença muito longa para estudar. “Obviamente, o aluno retorna ao mercado mais rapidamente”, diz Ramos.
Em compensação, o executivo deve levar em conta que o período fora não conta como um MBA no exterior. “Fazer uma extensão no exterior não é o mesmo que fazer o curso por completo lá fora”, explica Ramos. “O MBA é um curso pesado e extenso e a imersão deve ser total.”
Além disso, Ramos destaca que o executivo deve ter bom nível de um idioma, geralmente o inglês, para fazer o complemento no exterior. “Os alunos não são aceitos automaticamente na universidade estrangeira.”
Como decidir
Levando em conta essas características, Shinoda, do INPG recomenda que o executivo tome a decisão de acordo com sua atual fase na carreira. “Às vezes, um MBA totalmente no Brasil pode ser válido para executivos com pouca experiência de mercado”, afirma. “Já um curso no exterior seria aconselhável aos executivos que já tenham feito MBA no Brasil.”
Ramos faz outra ressalva: “Esse tipo de estudo, em essência, representa absorver culturas diferentes. Quem não tem esse ímpeto – de conviver com pessoas de culturas diferentes e aprender como eles pensam, se comportam e trabalham – ganha mais fazendo um curso 100% nacional.”
O diretor da MBA House, no entanto, acredita que esse pode ser uma oportunidade perdida. “O mundo mudou muito e está cada vez menor e mais integrado. Hoje em dia, a vantagem competitiva do executivo está em trabalhar em ambientes multiculturais.”
Fonte: http://economia.ig.com.br/carreiras/mba+no+brasil+ou+no+exterior+que+tal+os+dois+juntos/n1237889375955.html

Como escolher o MBA certo para a carreira


Um dos critérios deve ser como a escola se articula com a profissão

Maria Carolina Nomura, iG São Paulo | 08/08/2011 05:58

Com tantas ofertas de MBAs pelo mundo, fica difícil saber qual curso escolher. Principalmente se o acesso ao conteúdo oferecido é viável financeiramente. Já quando o orçamento é curto, as opções de cursos devem receber um outro olhar e o que deve ser avaliado, nesse caso, é o custo-benefício que proporcionam.

Segundo o coordenador do International MBA da FIA (Fundação Instituto de Administração), James Wright, o primeiro critério a ser avaliado em um curso é saber se o estudante pretende ir para o exterior ou ficar no Brasil.

“No exterior, terá um gasto significativo com escola, moradia e passagens, além de abrir mão do trabalho por um ou dois anos porque os cursos são integrais. Um MBA tradicional de dois anos nos Estados Unidos, por exemplo, custa entre US$ 120 mil e US$ 180 mil. No Brasil, há cursos por US$ 22 mil e também de meio-período”, explica Wright.

O coordenador afirma que entre as vantagens de estudar fora do país estão a vivência internacional e ter o nome da escola no currículo. “Já se ficar no Brasil, o estudante tem a possibilidade de continuar trabalhando.”
Pesquisa e clareza
A consultora em gestão Giuliana Haik Paim de Andrade, que fez MBA na INSEAD, na França, afirma que o estudante precisa ter clareza do que está buscando. “Os cursos de MBA possuem excelência em quesitos muito distintos. Ainda que as diferenças não estejam tão claras no Business Week ou Financial Times, poderão ser claramente observadas nas apresentações de ‘road-show’”, diz.
Giuliana acrescenta que todas as escolas oferecem um vasto leque de cursos e oportunidades extracurriculares e, frequentemente, é impossível aproveitar todas as opções. “Vale a pena ficar de olho nas bolsas antes mesmo de começar a pesquisar as universidades, pois, geralmente, a seleção ocorre uma vez por ano”, aconselha.
Na última semana, aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo o The MBA Tour, evento anual que reúne diversas escolas de negócios do mundo inteiro. O objetivo é que os estudantes conheçam um pouco mais sobre os conteúdos dos cursos e possam trocar ideias com representantes das universidades.
Critérios
Para escolher o MBA que cabe no seu perfil – e no seu bolso – Wright diz que é interessante estudar a tradição de cada escola e ver como ela está articulada com o ambiente profissional que se pretende seguir. “A escola de Chicago, por exemplo, é famosa pela área de finanças; a Kellogg, pelo marketing; Wharton, estratégia; Standford, empreendedorismo. As europeias são mais multiculturais e com destaque generalista”, exemplifica.
O jornalista José Augusto Amorim, que pretendia mudar de carreira e enveredar pela área de marketing, levou em consideração dois critérios: tempo e localização. Ele estuda na Hult International Business School, nos EUA, cujo curso tem a duração de um ano e é realizado em cinco cidades. Nos últimos dois módulos, o aluno pode escolher onde estudar.
“Eu comecei em Boston e estou terminando em São Francisco. Poderia ter escolhido Londres, Xangai ou Dubai, mas queria ficar nos EUA. Assim como o Brasil, os EUA são um país enorme e muito diverso. Foi uma ótima maneira de viver em duas cidades bem distintas”, diz Amorim.
Já para Giuliana pesou o aspecto geográfico como um todo: clima, cultura e estilo de vida. “Além disso, o ambiente internacional era também um critério fundamental para mim. Nisso, acredito que a INSEAD seja insuperável. Em nossa primeira aula mestra, por exemplo, havia 65 alunos de 35 nacionalidades diferentes”, conta.
A consultora diz que os principais aprendizados que obteve com o curso foram sobre a realização de suas competências, prioridades e responsabilidades como gestora e como líder. “Sem dúvida, o curso me proporcionou uma vasta bagagem técnica, mas meu deu também o preparo para observar os aspectos em que ainda posso me desenvolver. De fato, sinto-me preparada para dar passos ainda maiores no futuro.”

Fonte: http://economia.ig.com.br/carreiras/como+escolher+o+mba+certo+para+a+carreira/n1597119186472.html